Como Conheci Meu Marido Americano

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como conheci meu marido americano

Leia Agora a História de Como Conheci Meu Marido Americano

Hoje eu vou contar algo que há muito tempo as pessoas vem me pedindo lá no Canal: como conheci o meu marido Americano aqui nos Estados Unidos!

E olha, eu DUVIDO que você já ouviu uma história tão diferente como essa.

Sério! Quando eu conto para as pessoas, a maioria fica assim “Meu Deus”.

Porque algo inimaginável aconteceu, e colocou nós dois juntos e fez com que o nosso relacionamento se iniciasse logo ali mesmo.

E se você assim como eu também tem uma grande história de amor, já me conta aqui nos comentários que eu vou adorar ficar sabendo.

Agora vamos para a história, de fato, de como conheci meu marido americano.

* E você pode ler até o fim, ou assistir o vídeo abaixo. O conteúdo é o mesmo.

Falando de Amor e Lei da Atração

Bom, anteriormente eu contei por aqui como manifestei meu relacionamento com a Lei da Atração.

Nesse artigo eu basicamente dizia que eu não estava procurando um relacionamento; que eu estava naquele momento trabalhando em mim.

E para te colocar em um contexto, tudo começa quando eu decidi vir para os Estados Unidos.

Eu vim sozinha no ano de 2018 para fazer um intercâmbio chamado “AuPair”.

Tomei essa decisão para aprimorar meu inglês e tirar um ano para descansar um pouco da minha vida normal no Brasil.

Havia nove anos que eu trabalhava no ramo imobiliário com os meus pais, pois tínhamos uma imobiliária no interior de São Paulo.

Como o mercado estava em declive naquela época, eu decidi que aquele era o momento ideal para ir para os EUA por um ano.

Quando cheguei aqui, passei a conhecer várias pessoas, fiz várias amigas e amigos.

E comecei a ir para festas, passeios, ir para parques, lugares, enfim…

Todas as coisas que um turista começa a fazer quando chega num local.

O Surgimento do Sentimento que Gera a Vibração

E eu juro, vivendo ali em Portland, nessa região, eu sentia que de fato era meu lugar no mundo.

Eu não conseguia explicar aquele sentimento, mas eu me pertencia naquela região.

E é onde eu moro hoje em dia.

Nesses passeios, eu entrava nas lojas, eu via muitas coisas diferente de decoração, de itens de cozinha, de eletrônicos.

Coisas que no Brasil não tem em tanta diversidade e quantidade, além nos preços de baixo acesso.

Aqui eu entrava, e passeava em lojas como Macy´s,  Marshall´s, Ross.

Ia no shopping e via itens de sala, cozinha, dormitório, banheiro, área de lazer.

E eu queria muito aquilo para mim, pois achava maravilhoso!

Eu começava a utilizar a visualização criativa, como se eu tivesse uma vida como aquela, tendo aqueles eletrodomésticos e itens de decoração.

Quando eu passava em restaurantes, bares, eu me imaginava ali compartilhando uma refeição com a minha família.

Durante as minhas viagens dentro do país, eu não imaginava que seria uma experiência só de um ano.

Eu me sentia como se aquela fosse a minha vida real.

Para deixar bem claro, naquela época eu não estava procurando um relacionamento.

Porém, eu já tinha extremamente definido na minha mente o que eu NÃO queria; portanto eu não dava atenção e não colocava energia…

E aquilo que eu queria, aquele relacionamento ideal, caso a pessoa perfeita aparecesse.

A vida foi acontecendo, e chegamos a Agosto de 2018 – quatro meses após minha chegada.

Eu fui em uma ilha bem pequenininha chamada “Sauvie Island” em um final de semana com as minhas amigas.

Curtimos, aproveitamos bastante, tiramos uma foto e colocamos no Instagram: #SAUVIEISLAND.

Até aí tudo bem, continuei seguindo.

Iniciando a Viagem

Em alguns dias fui viajar a trabalho com a minha host family, que é a família que me hospedou por aqui.

Fomos para Chicago, que é mais ou menos umas cinco horas de avião de Portland.

E durante essa semana de trabalho, eis que eu recebi uma mensagem no meu inbox lá do Instagram.

Sabe quando você recebe uma solicitação de alguém que não é seu amigo ainda?

Pois bem, lá chegou assim pra mim:

“Oi, tudo bem? Eu vi que você é brasileira e está aqui na região. Você está morando aqui, passeando? Porque eu tenho interesse de conhecer o Brasil, e gostaria de algumas dicas”.

Naquele instante que vi, já pensei: “Nossa, a pessoa foi educada, vou responder”.

E comecei a conversar com essa pessoa de maneira super educada, dando dicas do Brasil e tudo mais.

Agora eu paro a história um pouquinho!

Do outro lado essa pessoa era o Jared, que também não estava procurando um relacionamento no momento, e estava vivendo exatamente a mesma fase que eu.

De viagens, descobertas e aprendendo outras línguas.

Ele tinha acabado de voltar de grandes viagens completando um total de 30 países.

Para mim isso é um grande sonho; nosso objetivo juntos hoje em dia é conhecer 100 países.

Mas enfim, como eu não estava procurando, como ele não estava procurando…

Como é Que as Coisas Aconteceram?

Aqui nos Estados Unidos é proibido tomar álcool em lugares públicos.

Só que nessa ilhazinha que eu estava, era um dos únicos lugares que tinha essa permissão.

E naquele verão de 2018 eles cancelaram essa permissão.

O Jared que é super por dentro das notícias, viu no jornal, ficou curioso e foi procurar mais informações sobre isso.

E aí eis que ele caiu na #SAUVIEISLAND!

Como ele já havia feito muitas viagens e estava de fato planejando uma próxima pro Brasil; aquela uma foto no meio daquela hashtag, com o título em português, chamou muito a atenção dele.

Foi aí que os nossos caminhos se cruzaram – e eu nem imaginava que se tornaria um artigo contando “como conheci meu marido americano” (rs).

Mas até aí tudo bem, podia ser só uma questão de coincidência e amizade.

Mas conforme nós fomos conversando naquele primeiro dia, naquele 17 de agosto de 2018…

Ele aqui na região de Portland, eu lá em Chicago…

Eu já fui sentindo algo diferente.

Quando Você Sente Algo Diferente…

Porque a gente, depois de alguns relacionamentos, alguns anos de vida, algumas expertises, começa a sentir mais.

Passa a ter mais sensibilidade para sentir a energia do outro, e saber afinal se tem alguma coisa ali ou não.

E eu senti logo de primeiro momento.

Conversa vai, conversa vem, tudo conectando, experiências, gostos, planejamentos de vida.

E aí dois, três dias depois dessa primeira conversa, continuamos conversando assim praticamente 24 horas por dia.

Voltei pra Portland com a minha host family, e ele me convidou:

“Ah, vamos para um barzinho na sexta-feira? Eu já fui imigrante em vários países, e sei como é importante ter um amigo local para mostrar os lugares. Se você quiser eu estou aqui!”

Retruquei com um “vamos!”.

Eu estava aqui para fazer novos amigos e aprender o inglês, esse era meu objetivo.

Eis que chegou Sexta-feira, dia 24 de Agosto de 2018.

Exatamente uma semana depois que os nossos caminhos se cruzaram na internet.

Ele me mandou mensagem e falou assim: “Me passa seu endereço que eu vou aí te buscar”.

Nisso eu já pensei: “Meu Deus, ele vem me buscar, eu achei que eu fosse dirigir para um bar”.

Na minha cabeça eu iria encontrar com ele em algum lugar, e não ele me buscar.

Mas aí já passei o nome dele, as informações e telefone para as minhas amigas, porque afinal, devemos nos proteger.

Chegada do Fim de Tarde

Lá pelas cinco e meia, seis da tarde, ele chegou, me buscou e meu coração estava disparado.

Fazia muito tempo que eu não tinha essa sensação.

E quando eu desci a escadaria, entrei no carro eu olhei para ele tipo: “Meu Deus”.

Ali eu já tive 100% de certeza que era ele.

Eu não consigo explicar, o meu braço arrepiou, meu coração batia de um jeito muito forte.

E ele olhou para mim e falou “Oi, tudo bem?”.

Em português, para você ver! Quando a pessoa quer, ela faz acontecer.

A gente não falava a mesma língua. O meu inglês era horrível, e ele nem tinha português.

Mas naquela semana – depois o Jared me contou –  ele começou a estudar português para poder me fazer sentir confortável e ouvir um “Oi, tudo bem”.

Em seguida fomos para um bar maravilhoso, que inclusive outro dia tivemos um remember.

Esse bar é chamado “Portland City Grill”, e fica no último andar de um dos prédios mais altos daqui.

Era uma sexta-feira à noite, e normalmente você não consegue nenhum tipo de mesa disponível se não tiver reserva.

Ao chegar, uma doce surpresa: havia apenas uma mesa disponível.

Mas não era qualquer uma…

Era a mesa bem na quina do prédio, com uma vista panorâmica daquela cidade maravilhosa, e uma lua cheia iluminando o ambiente.

Algo Super Romântico!

Conversa vai, conversa vem; um drink aqui, um drink ali.

Nossos braços encostaram um no outro, e eu cada vez mais ficando nervosa.

E eu vi que ele também estava meio assim né.

Depois disso ele me convidou para um outro bar…

Vamos fazer um parênteses:

Quem mora aqui sabe que americano não costuma beijar em público.

Que é uma espécie de falta de respeito, e não é comum como no nosso país.

Mas o que aconteceu: beijão no meio do bar.

Aí ele olhou pra mim e falou assim:

“Olha, eu sei que você está morando com a família hospedeira, e que o seu quarto fica embaixo da cozinha, e você já disse que não consegue dormir direito por causa do barulho nos finais de semana. Você gostaria de ir dormir lá em casa? Eu sei que a gente ficou e que não tem obrigação nenhuma de fazer nada só por ter beijado… Você pode dormir no meu quarto, ou na sala, ou em outro quarto de visita… A gente não vai dormir junto”.

Eu falei: “Nossa, eu quero sim, eu quero ir sim pra sua casa”.

Passamos na casa da minha host family, peguei minha malinha e fomos para a casa dele.

E aí lá, obviamente, que eu virei para ele e falei: “Nós não vamos dormir em quartos separados”, e dormimos no mesmo quarto.

Agora eu vou pular essa parte.

Não, não convém contar aqui que vocês já podem imaginar o que aconteceu… (rs)

No Dia Seguinte…

Na manhã seguinte, o meu coração confirmou: “Aqui está a pessoa da sua vida!”.

Tudo que me trouxe até aqui foi para colocar as nossas vidas juntas nesse momento, e construir alguma história adiante.

Eu não sabia ao certo o que seria, mas eu sentia no fundo do meu coração que ele era a pessoa.

Por quê? Porque tudo aquilo que eu visualizada para o meu futuro de:

  • Relacionamento;
  • Ser uma pessoa da minha idade;
  • De gostos pessoais;
  • Anseios por liberdade geográfica;
  • Paixão por viagens e aventuras;
  • Fascínio por outras línguas e culturas;
  • Mentalidade aberta;
  • Inteligência bem acima da média;
  • Caráter voltado para lealdade, cumplicidade, parceria;
  • Altura e cor dos olhos.

Ali eu já fui extremamente direta, e disse:

– “Eu gostei muito de você. Você gostou de mim?”.

Nisso ele responde, e a conversa se define:

– “Eu gostei de você”.

– “Então tá. Eu não quero ficar com mais ninguém na minha vida. E você?”.

– “Eu também não”.

Aí eu virei e disse:

– “Então isso significa que eu sou sua namorada, e você meu namorado?”.

Ele falou: “SIM!”.

Nisso eu peguei meu celular e falei:

– “Mãe, estou namorando!”.

Minha Mãe olhou para mim por FaceTime e falou:

– “Namorando? Você nem estava ficando com ninguém”.

Eu falei: “É, Mãe, eu vou te contar história depois… Mas esse daqui é o meu namorado, prazer de Jared, Ana”.

Foi Assim que Tudo Começou, e Como Conheci meu Marido Americano

Nesse mesmo dia já conheci minha sogra, uma das minhas cunhadas.

Voltei pra casa da minha host family depois de dois dias, e falei:

“Olha, estou com um namorado”, e desde então estamos juntos.

A partir disso meu intercâmbio terminou.

Eu falei pra ele:

“Olha, eu lembro que eu te disse no começo que eu ia ficar aqui dois anos, mas pra mim já deu o ciclo de aprender inglês por aqui, eu quero voltar a construir minha carreira e tal… Cuidar de criança não faz parte mais do meu plano a médio prazo, e eu estou indo para o Brasil”.

E veio a resposta: “Eu vou junto com você”.

Aí o Jared foi para o Brasil comigo, ficamos quatro meses por lá, e depois voltamos pros EUA.

Ele aprendeu que é coxinha, pizza brasileira, empadão e pastel de feira.

Nessa volta, eu passei comecei a morar com ele durante os 5 meses seguintes – onde ele me pediu em casamento!

Em seguida, mais uma vez, fomos para o Brasil por dois meses.

E voltamos no olho do furação da pandemia.

Inclusive o meu voo foi o último voo a entrar nos Estados Unidos antes de fecharem todos os bloqueios.

Esse daí é mais um sinal do Universo para mim, porque para mim eu vejo tudo como um sinal.

Eu entendo, eu aceito, eu respeito e deixo acontecer.

Então se eu não tivesse entrado, eu também entenderia o sinal.

Dando Mais Alguns Passos Adiante

Depois de quatro meses, nos casamos em Agosto 2020 e aplicamos para o processo de Green Card.

Meu Green Card inclusive chegou agora em 2021!

E estamos indo para o Brasil mês que vem, passar o nosso primeiro Natal com a família brasileira.

Em preparação para planejar o próximo casamento.

Porque SIM, a gente vai casar de novo ano que vem, 2022, já temos data inclusive.

E dessa vez eu vou ter o meu Pai entrando do meu lado…

Porque quem assistiu ao vídeo do casamento, viu que eu entrei sozinha, com celular do lado, e o meu Pai no FaceTime.

A minha família não pôde estar aqui.

E eu quero muito recriar esse momento e eu quero que eles estejam juntos.

Então para mim é algo muito importante.

O que Você Deve Fazer para Atrair o Amor

Cada dia mais, eu tenho mais certeza de que tudo aquilo que eu investi em mim, que eu me tornei, que eu fui elevando os meus conhecimentos, aprimorando a minha vida, eu atraí para mim.

Pois foi focando em MIM, que eu pude vir aqui e contar para vocês como conheci meu marido americano.

Quando eu digo: “Gente, primeiro você tem que SE tornar aquilo que você quer atrair”, é isso.

Antes de eu sair procurando, de eu estar desesperada por um relacionamento…

Eu foquei a minha energia, o meu tempo em me tornar uma pessoa melhor.

  • Com mais inteligência emocional;
  • Amplificando o conhecimento com estudos;
  • Adquirindo mais discernimento;
  • Trabalhando no meu corpo;
  • Desenvolvendo minha mente;
  • Focando em meus sonhos.

Para daí sim o Universo trazer pra mim, de uma maneira completamente inusitada, o grande amor da minha vida (e poder ter a oportunidade em compartilhar essa história louca de como conheci meu marido americano).

E inclusive se eu estou aqui agora criando, é porque o grande amor da minha vida me incentivou lá atrás, viu potencial de abrir um canal, um site, de comprar equipamentos, de me filmar, de editar, de me ajudar a produzir conteúdo aqui para vocês.

Hoje em dia nós somos muito mais do que marido e mulher, e melhores amigos…

Nós também somos companheiros de trabalho e temos muitos planos pela frente que ainda vão se concretizar.

Porque eu tenho certeza que o melhor ainda está por vir!

Preste BEM Atenção

Agora que você já leu como conheci meu marido americano, vamos replicar algumas ideias pessoais.

Caso você esteja procurando um relacionamento, pense bem nisso:

Não aceite qualquer tipo de pessoa na sua vida.

Nesse tempo você pode estar perdendo a oportunidade de trabalhar em si e de trazer a melhor opção, aquela pessoa que realmente esteja na sua vibração, quando você está com ela elevada, e não quando você está com a sua vibração baixa…

Porque se você não estiver no seu melhor momento consigo mesmo, e a sua vibração estiver lá embaixo.

E dessa forma, você vai trazer outras pessoas que também estejam vibrando baixo.

Portanto em primeiro lugar… Trabalhe em si!

Eleve a sua vibração, eleve o seu desenvolvimento.

Você é a prioridade da sua vida.

Não vá ficar colocando qualquer tipo de “tapa buraco” só para não se sentir sozinho.

Porque o verdadeiro amor é aquele que te completa em todas as partes que você deseja.

Na parte física, na parte mental, na parte espiritual.

Não é escolher um ou o outro.

É ter todas as partes juntas.

É “e”, é somar e não dividir.

Bom, essa é a história de como conheci meu marido americano.

E eu espero que você, de alguma forma, tenha se sentido inspirado ou inspirada para também se abrir e viver os seus sonhos, e atrair o grande amor de sua vida.

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